Já se faz 03h25 da manhã de 16 de julho. Acabei de sair do telefone. Estava lá pendurado conversando com a Gisele, minha amiga. Li para ela, alguns dos trechos deste meu precioso documento: meu diário, o dossiê da minha vida. Ela gostou muito, principalmente, dos relatos que fiz sobre sua pessoa, lógico! Que, de fato, Ficaram muito bons mesmo. Digo isso, não porque sou um pernóstico, mas porque, como tudo que escrevo aqui, foram ditados por meu coração. Arrisco dizer que, somente por este fator, meus textos depositam tamanha credibilidade, pois são escritos com a verdade que minha cabeça... minha razão jamais alcançariam.
Lembro-me, também, dela [Gisele] dizendo que peguei pesado ao comentar do Walme. Então sugeri a ela que não se tratava apenas de um comentário ou um texto puramente analítico; Mas, sim, do que eu estava sentindo no preciso momento em que o redigi. Não se trata de palavras soltas ou de melosas homenagens; Meu coração diz o que sente e, minhas mãos, se encarregam de imprimir essas inquietações.
Estás psicografando as cartas ditadas por seu coração ou sensibilidade, uma vez que coração não pensa. Acho que é o hemisfério esquerdo que cuida de nossos sentimentos, bem descrito rapaz, tua amiga é uma moça de sorte e o amor (amizade ou paixão) sempre terá credibilidade, parabéns.
ResponderExcluirEssa coisa de dizer que o coração pensa ou não pensa é complexa, mais do que imaginamos. Se formos analizar sem muito critério, diria que impossível. Mas na realidade e na vida cotidiana, não é o que vejo... Minha cabeça pensa de uma forma. Daí, logo o coração trata de humanizar essa opinião, enviando uma mensagem. O meu coração pensa! E confio mais nele, que na minha razão.
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