quinta-feira, 21 de abril de 2011

Amigos para sempre?

Já passa das 4 da madrugada do dia 14 de julho, ou seria 15? Enfim, deixa isso para lá e vamos ao que realmente interessa. Hoje eu quero tecer comentários sobre aquelas pessoas que se dizem amigas...

Como é ruim perder um amigo para a decepção. Fico pensando no Walme que conheci e, comparando ao que vi, no sábado, dia 12. Não gostei do Walme que presenciei. Um Walme encarcerado pelas grades da futilidade. Uma pessoa que encontrou no Status Social a forma de colocar em xeque os que realmente amigos seus são. O Walme que tive o prazer de conhecer outrora, não se ligava em “Condições”. Ele era espontâneo, atrevido e sagaz. Era o que me encantava em sua pessoalidade. Mas tudo isso, cedeu espaço a uma pessoa de visão limitada, cuja única coisa que, efetivamente, parece lhe importar é o “Status”.
Confesso que fiquei muito triste com a metamorfose, mas fazer o quê? Não se pode ter tudo sempre!

P.S. Espero que seja apenas uma fase, meu querido!
Status Social = Posto, honra ou prestígio atribuído a alguém.
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É sempre muito triste perder um amigo. O Walme não foi o primeiro e acho que está longe de ser o último. A forma como aconteceu com a Maisa também foi muito dolorosa. O jeito com o qual ela me tratou aquele dia, em sua casa, deixando que eu fosse embora sozinho, me surpreendeu e me entristeceu bastante...
Mas eu sei que toda ação, inevitavelmente, tem uma reação. Ou seja, se nos “damos ao luxo” de conhecer novas pessoas, temos, também, que estar preparados e maleáveis aos seus possíveis desfechos, ainda que nostalgia eles nos causem.
...
Algumas pessoas que passaram em minha vida, me trazem ótimas lembranças. É o caso, por exemplo, da extravagante Michelle Casimiro, do Pão de Açúcar; Da Tarsila Fabre e de alguns docentes da UNIFIEO como o Mercier, por exemplo. Igualmente temos: Bruna e Jaquie, do Pão de Açúcar; Alexandra Araújo e Raldiney, do curso de italiano; Adriana Marcelino, da Educafro; E as Kely’s que passaram em minha vida. Há outras pessoas também que, corriqueiramente, me pego a recordar. Pessoas que marcaram meu coração com suas doçuras individuais.
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Pior que a saudade é a sensação de perda daquele que um dia fez parte do rol de amigos. Dependendo da maneira de como se perde esse “ente querido”, chega dar um troço no peito, uma dor profunda no coração...
Isso deve acontecer apenas com os que se apegam em demasia as outras pessoas. Eu sou assim! E, assim sendo, me decepciono facilmente com certas atitudes.
Espero que um dia esse sentimento ruim, que me aflige, possa ser suprimido. E que, logo em seguida, seja preenchido por alguém que faça jus a esse posto cativo que reservo às pessoas especiais.

2 comentários:

  1. Nossa. Um roteiro de como funciona a amizade, e coitado dos perdidos pelo caminho que infelizmente estão numa fase alienada, no futuro, sosinhos, infelizmente.

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  2. É mais que um roteiro, fabi... é a forma digitalizada e impressa do que pensa e sente o meu coração!

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